O que me sóbria fora daqui,
Esse estado de embriaguez que alucina e me deixa tão perto de ti,
O que me sóbria se não estiveres aqui
Sóbria, nada me sóbria além da lucidez de ficar longe de ti...
domingo, 18 de outubro de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Enfim...(09/08/09)
Chega uma hora na vida que se vai perdendo o saco (leia-se paciência), pra tudo, até pra ter alguém do lado
E vai-se ficando tão crítico, tão crítico que a paciência se torna mais crítica ainda
E sei que o único saco que eu teria hoje, seria o de amar o meu Doce
E isso porque ele tá longe, bem longe de mim
E a única paciência que tenho em amá-lo é porque eu mesma amo
Pensando nele
Pra não ser tão rude, digo assim, porque na verdade tenho dedos
Pra não dizer que
Enfim...
Em mim....
E vai-se ficando tão crítico, tão crítico que a paciência se torna mais crítica ainda
E sei que o único saco que eu teria hoje, seria o de amar o meu Doce
E isso porque ele tá longe, bem longe de mim
E a única paciência que tenho em amá-lo é porque eu mesma amo
Pensando nele
Pra não ser tão rude, digo assim, porque na verdade tenho dedos
Pra não dizer que
Enfim...
Em mim....
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Brincando ali, no meu coração ( 13/02/2009)
Uma coisa é ele brincando ali
Com 500 conquistas
Outra coisa é ele apaixonado
Declaradamente apaixonado
Brincando ali, com uma única conquista
Que não seja eu
Depois de 500 conquistas ele encontrou a 501
Ele não se apaixonou por mim
Mas me amou
Não como está amando ela
A 501
Com paixão
Oh, tenha compaixão de mim
E me faça esquecer que te amei
Que te amo
E que estou chorando
Esse amor insano
Se nem te conheci de verdade
Amor que nem tocou em mim
Como eu me toquei
Por esse amor,
Por ele, para ele, com ele
Tão estranho, tão distante
Meu doce amor
Tão, tão todo o dia comigo
Brincando ali
Tocando ali
Guardando aqui
O meu amor
Nem eu sabia na verdade, de verdade que estavas assim
Tão fundo em mim
Em mim
E no meu coração machucado
Que brincaste aqui
No meu corpo ali
Como se fosse o meu coração
Com 500 conquistas
Outra coisa é ele apaixonado
Declaradamente apaixonado
Brincando ali, com uma única conquista
Que não seja eu
Depois de 500 conquistas ele encontrou a 501
Ele não se apaixonou por mim
Mas me amou
Não como está amando ela
A 501
Com paixão
Oh, tenha compaixão de mim
E me faça esquecer que te amei
Que te amo
E que estou chorando
Esse amor insano
Se nem te conheci de verdade
Amor que nem tocou em mim
Como eu me toquei
Por esse amor,
Por ele, para ele, com ele
Tão estranho, tão distante
Meu doce amor
Tão, tão todo o dia comigo
Brincando ali
Tocando ali
Guardando aqui
O meu amor
Nem eu sabia na verdade, de verdade que estavas assim
Tão fundo em mim
Em mim
E no meu coração machucado
Que brincaste aqui
No meu corpo ali
Como se fosse o meu coração
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Prova de amor ( 09/02/2009)
Não faço mais amor contigo
E nem contigo
Não consigo
Mas ainda penso em ti
E em ti também
Mas acho que estou curada, ou cansada
De vocês dois
Agora só penso em vocês
Mas é só pensamento e nada mais
Não consigo mais fazer amor
Com nenhum dos dois
E isso me incomoda
Porque além de não fazer amor
Vocês não despertam mais os meus instintos
Vocês
Animais
Queimaram meu fogo
Como prova de amor
E nem contigo
Não consigo
Mas ainda penso em ti
E em ti também
Mas acho que estou curada, ou cansada
De vocês dois
Agora só penso em vocês
Mas é só pensamento e nada mais
Não consigo mais fazer amor
Com nenhum dos dois
E isso me incomoda
Porque além de não fazer amor
Vocês não despertam mais os meus instintos
Vocês
Animais
Queimaram meu fogo
Como prova de amor
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Crua e Nua
Fico a inventar o amor
Na minha forma de amar
Contrariando toda e qualquer realidade
Fico a inventar verdades
Em minha realidade às avessas
E visto do avesso, cada um deles
E eles são como eu na minha realidade nua
Despem-se de qualquer realidade crua
Na minha forma de amar
Contrariando toda e qualquer realidade
Fico a inventar verdades
Em minha realidade às avessas
E visto do avesso, cada um deles
E eles são como eu na minha realidade nua
Despem-se de qualquer realidade crua
sábado, 20 de outubro de 2007
Possibilidades (20/10/07)
Mais uma vez foste embora fechando nossas janelas, mas deixando abertas possibilidades
Nossas possibilidades!
E mais uma vez tento não pensar em ti, nem em possibilidadesMas a cada página virada e
Revirada
Penso em uma infinidade de possibilidades
E enquanto tento te esquecer ( de novo!),Lembro que estás lá,
Nas minhas possibilidades
E te lembro, pra não esquecer as infinitas possibilidadesE fico a inventar possibilidades para que possa ser possível
O quase impossívelE fico sempre a me perguntar porquê insistes em ir embora e voltar?
Porque insistes em me fazer esperar e criar possibilidades?Porque insisto em te amar, como se fosse uma possibilidade????
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Ausência ( 28/11/06)
Você foi
Outro veio
Amenizou ausência
Ausência homem
Ausência amor
Ausência paixão
Você foi
E você é
Amor que fere
Em ausência
Ausência substituída
Presença
Sublime, generosa, compreensiva
Mais que amor, amigo
Amigo amor
Tão doce
Como você foi
E não sei o que doí mais
Se a ausência do amigo
Ou a ausência da paixão
Mas sei que ambos continuam a me enclausurar em dilemas
Aqueles a que vivo me propondo libertar
Mas que me encerram pela ausência
De amores tão mais prisioneiros que eles
Doe a ausência do amor
Doe a ausência do amigo
Tortura em cela de sentimentos
Que jamais serei libertada
Ambos tão amados
Ambos tão ferinos
Me aprisonam em uma ausência
De ambos
Outro veio
Amenizou ausência
Ausência homem
Ausência amor
Ausência paixão
Você foi
E você é
Amor que fere
Em ausência
Ausência substituída
Presença
Sublime, generosa, compreensiva
Mais que amor, amigo
Amigo amor
Tão doce
Como você foi
E não sei o que doí mais
Se a ausência do amigo
Ou a ausência da paixão
Mas sei que ambos continuam a me enclausurar em dilemas
Aqueles a que vivo me propondo libertar
Mas que me encerram pela ausência
De amores tão mais prisioneiros que eles
Doe a ausência do amor
Doe a ausência do amigo
Tortura em cela de sentimentos
Que jamais serei libertada
Ambos tão amados
Ambos tão ferinos
Me aprisonam em uma ausência
De ambos
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